quinta-feira, 8 de julho de 2010

Think about it...

Faz algum tempo que estive pensando em coisas diversas... E muita coisa aconteceu também. Estou oficialmente com depressão, no ultimo domingo sofri um leve ataque cardíaco e fui levada as pressas ao hospital, resultado? Stress e uma receita de um Antidepressivo. Se minha mãe largar seu preconceito e realmente quiser fazer algo por mim, em breve estarei frequentando sessões de psicoterapia. E como diria o grande poeta Cazuza, entre tantos medos, tenho medo de fazer análise e perder a inspiração.
Já faz tempo que não sei mais reconhecer meus verdadeiros amigos e me sinto sozinha, mesmo em meio a tantos telefonemas e recados. Sinto falta de um amor, não de alguém, mas de um momento, sinto falta de alguém me convencer que amar é bom. Sinto falta de um motivo pra continuar, continuar a blogar, continuar a viver, continuar a existir de alguma forma.
Quero dar ao mundo algo mais do que reclamações e piadas clichês, quero fazer a diferença ao invés de ser diferente, só não sei por onde começar, como começar. O mundo perdeu o sentido, as pessoas me decepcionam.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

So.. Is this.

Teclado ruim.. o jeito é improvisar! Espero que gostem do novo Layout em homenagem ao primeiro aniversário do Dream's Diary. E é isso, esse blog é exatamente o que eu poderia esperar dele, um livro de desabafos, onde eu largo todas as minhas máscaras e deixo que os leitores saibam quem realmente é a Kyara, ou a Dream, como preferirem.
Muitos lêem o conteúdo deste blog e se acham no dever de me ajudar, e na maioria das vezes realmente ajudam, outros eu sei que se identificam com meus desabafos e de alguma forma são ajudados por mim. E é exatamente isso que eu queria, que eu tanto procurei. Sou escritora, não por opção ou profissão, escrevo por necessidade, por vontade, por amor!

Muito obrigado a todos pelo apoio e comentários. 

Kisses...

Amanda.

domingo, 23 de maio de 2010

Really... Thank you!

Um dia, o tal anônimo do formspring, meu anjo, como eu costumo chama-lo por não ter um rosto, uma voz ou mesmo um sexo, perguntou-me por que afinal eu tinha tantos blogs e perfis em redes sociais. E por algum tempo eu me fiz a mesma pergunta, uma pergunta pra qual eu tinha a resposta, mas como sempre, queria saber se a resposta era verdadeira.
Já faz muito tempo que tenho duas certezas na minha vida, não sei como e nem porquê, mas sei que estou destinada a fazer algo grande, realmente significativo e sei que o reconhecimento pra isso só virá depois que eu me for. E foi assim, por este motivo, que comecei ainda pequena a escrever alguns textos rabiscados em papéis e cadernos que continuam guardados por aqui. Não quero ser esquecida como a maioria dos que morrem, quero que todos saibam o que eu passei e que eu venci tudo isso no final.
É, estou mais otimista hoje. Acho que quando você ouve ou repete algo pra você mesmo por muito tempo, você acaba se convencendo daquilo e sua mente é capaz de tornar isso real. E estão sempre dizendo que tudo vai ficar bem, que eu vou estar bem. E eu sempre fico, não vai ser diferente agora.
Hoje eu não iria postar nada de novo, o resultado de todo o meu final de semana, levando em conta os prós e os contras, terminou em saldo negativo e estou acabada. Mas, por uma belíssima conspiração do destino, o ultimo episódio da 2ª temporada de Kyle XY acabou agora, meia hora antes do meu horário de dormir e 1 hora e 46 minutos antes do término do Download de Alice do Tim Burton. Sem nada pra fazer, resolvi olhar os comentários do blog e este, que é o meu blog mais sincero, confuso e melodramático, é agora também meu motivo de orgulho.
Ele não está mais no esquecimento, eu não estou mais falando comigo mesma. Depois de muito tempo e do desaparecimento do Carlos, eu volto a ter leitores, volto a ter alguém que se importa comigo e que talvez um dia se identifique com as minhas histórias, meus sentimentos. Pessoas que me ajudam com um simples comentário, sem nem fazer idéia do quanto isso é importante pra mim e que eu espero que de alguma forma eu possa ajudar um dia, acrescentar algo as suas vidas.
Me refiro a Felipa, ao Renato, ao Anônimo também... Agradeço muito pelos comentários, pela paciência de virem até aqui, favoritarem o blog, acompanharem minhas atualizações, meus textos tão confusos e ainda perderem algum tempo comentando e tentando de alguma forma me dar forças pra continuar e me ajudando a seguir em frente de um jeito melhor. Peço desculpas a vocês se as vezes eu ficar um tanto ausente, há dias em que não tenho paciência nem pra mim, há dias que eu só quero esquecer. Ao meu amigo Lupino eu também peço perdão, msn não é meu forte, vivo esquecendo aquilo on line e foi o que aconteceu no seu caso.
Enfim, minha demissão será efetuada no dia 31 deste mês, meu aniversário é no dia
3 e eu vou pedir pra minha mãe que me encontre uma forma de voltar a estudar, este será meu presente. E assim que arrumar um novo emprego, entro num curso de Inglês. É hora de fazer algo por mim, é hora de criar novas memórias, ter novas histórias pra registrar aqui, sem este tom tão dramático. Não sei por quanto tempo isso vai durar, não confio na constância do meu humor, mas eu estou tentando, e vou fazer isso enquanto ainda tiver forças, mesmo que eu espere poder contar com vocês sempre.
Contem comigo também!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

About everything.

Certo, hoje realmente não é minha melhor noite. São 19:45 agora, minha cabeça dói e eu tenho vontade de deitar e dormir, ou apenas ficar quietinha, sem nada pra fazer, falar ou ouvir. Queria saber o porquê disso tudo, mas antes disso, queria que alguém quisesse saber o que acontece comigo.
Outro dia postei aqui que tinha vontade de ter câncer, uma pequena frase em meio a um post enorme e confuso, não posso culpar ninguém por não haver percebido. Mas é exatamente isso, câncer. Leucemia pra ser mais exata. Por quê? Já repararam nos filmes de romance? Filmes como os meus favoritos "A Walk to Remember" ou "Sweet November"... Elas tem câncer e a vida toma um novo sentido. Eu não vejo mais sentido nenhum pra minha vida, tudo o que eu faço eu me pergunto "Pra Quê?" e nunca encontro uma resposta. Eu vivo dizendo que estou doente, mas fisicamente não tenho nada, câncer, é isso.
Tenho tido muita vontade de chorar, vontade de me desmanchar em lágrimas. Sabe aqueles momentos em que você chora tanto que por alguns instantes só o que existe é você e seu desespero? Eu precisava de um momento desses, onde eu conseguisse extravasar tudo isso, mas não. Não vem o choro, não vejo motivos pros cortes e eu ainda consigo sorrir. Mesmo não vendo sentido pra nada, estando inerte, eu ainda consigo fazer com que acreditem que estou bem, e pra quê?
Terça-feira, eu acho, eu falei com o meu chefe... Não é o "big boss" mas é o cara que me contratou, disse a ele que eu iria sair e só estou esperando completar um mês. E por quê afinal eu não vou continuar lá? Por que é tão dificil? Eu preciso desse dinheiro, minha mãe estava contando com isso, todos estavam orgulhosos que eu estava trabalhando e até meu chefe reconheceu que estou me adaptando muito rápido ao trabalho. Mas me encontro zilhões de desculpas pra detestar o serviço, seja UMA funcionária (entre dezenas) que não vai com a minha cara, algumas frases mal ditas, horário... tudo é desculpa pra detestar levantar de manhã e levar 10 minutos pra chegar na fábrica e enfrentar uma leve rotina de trabalho, algumas risadas, cortesinhos insignificantes e o pouco de stress que se arruma em qualquer trabalho. Em troca ainda tenho as sextas-feiras a tarde livres. E eu me demiti.
Terminei meu namoro e ainda sinto raiva do meu ex. É, raiva, ele me irrita pelo simples fato de existir. O que ele fez pra isso? Gostou de mim, me deu carinho e atenção. E troca, eu revejo uma antiga paixão de 5 anos atrás e me derreto toda ao menor sorriso, mesmo que ele mantenha o "namorando" no orkut, apague meus depoimentos e recados, nunca me ligue, raramente arrume tempo pra nos vermos e nunca, se quer tenha passado pela sua cabeça, me pedir em namoro, mesmo sabendo que eu sou a única que aceitaria toda e qualquer condição.
Preciso voltar a estudar, terminar o ensino médio, fazer um bom curso de inglês... mas eu realmente vou? Por quanto tempo mais? Todos que eu conheci no meu tempo de colégio já estão na faculdade, alguns até se formaram... e eu? Empacada no terceiro ano. Enrolo bem um Inglês, cheguei a trocar alguns minutos de conversa com um norueguês em uma viagem... mas e diploma? Quanto eu sei afinal? O suficiente pra sobreviver em um país onde NINGUÉM fala minha língua? Duvido muito.
Meu orkut virou um servidor pra jogar colheita feliz e outros aplicativos inúteis. RPG, cultura, imaginação? Incrível, pra isso eu não arrumo tempo, mas pra ficar clicando em gráficos que imitam plantações e oceanos, pra isso perco horas. Meu twitter? Abandonado. E-mail? Exclui sem terminar de ler os que estavam na caixa de entrada. Msn? Três. Todos bagunçados. Blogs? Desatualizados, exceto esse porque eu preciso desabafar.
E no meio dessa confusão que virou minha vida, eis que aparece alguém, um anônimo(a), que começa a fazer perguntas em meu formspring (que também estava as moscas). E eis que eu descubro que tal pessoa também me segue no twitter e lê meus blogs (qual exatamente eu não sei). Eu nada sei sobre essa pessoa, não sei se é homem ou mulher, nome, idade, nada. Mas eu sei que ela se preocupa comigo, ou ao menos parece se preocupar e é alguém com quem eu me sinto a vontade pra conversar, mesmo que eu apenas responda suas perguntas anônimas no meu formspring.
E quem essa pessoa me lembrou? O Tshiu Cah. Alguém que eu não conheço, não tenho idéia de como seja seu rosto, mas que eu sei que estará aqui, sempre que eu precisar de um conselho, ou "me perder entre tantas Kyaras que há em mim". Era isso que ele fazia, foi por isso que ele se tornou tão importante, era tudo o que eu esperava dele, até ele me abandonar. E agora eu me apego a este anônimo, visitando minha caixa de entrada todo dia pra ver se há alguma pergunta nova, alguma nova chance de desabafo. Quando pergunto quem é, a resposta que vem em forma de pergunta é que eu me decepcionaria ao saber. Quem pensaria assim? Tenho meus palpites... Ana Paula? Dessa? O próprio Cah? Não sei.... mas seja quem for, já é importante pra mim, como o Carlos foi e sempre será.
São 20:26, minha cabeça dói, eu estou confusa, nostálgica, deprimida, catatônica, perdida e preciso dormir, afinal, até o final deste mês eu ainda trabalho e amanhã a tarde eu ainda preciso comprar o presente de aniversário da minha mãe.

Blessed Be.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Without words..

E eu realmente não ia escrever. Nem devia, visto o tanto de coisas que aconteceram, mas sou teimosa, é isso.
Hoje até cortaram minha net, mesmo depois da queda de energia brutal de ontem. Mas enfim, voltou tudo a [quase] normalidade.
As vezes as coisas acontecem como um sinal e as vezes minha intuição grita desesperadamente, mas eu tenho a terrível mania de ignorar tudo o que me acontece, preciso tentar, preciso quebrar a cara. Hoje pedi as contas no meu serviço, é isso, cansei de lá. Não dava pra continuar e nem eu queria, fico lá até o final do mês.
E sábado agora é aniversário da minha mãe. É tanta coisa junta, tanta coisa a se fazer/pensar que acho que vou acabar esquecendo até do meu aniversário... Quem se importa também?
Bom.. é isso. Atualizado!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Depressive Week

Essa semana está sendo complicada, cada coisa que faço, atitude que tomo, pessoa que vejo/converso me faz me sentir um pouco mais inutil, mais irresponsável, mais down.
Vejo pessoas que estudavam no mesmo colégio que eu e hoje estão cursando faculdade enquanto eu nem terminei meu ensino médio. Me vejo trabalhando em algo que não gosto e procurando diversos motivos pra faltar ao serviço, memso sabendo o quanto eu preciso deste emprego, o quanto estão acreditando em mim.
As coisas aqui em casa estão complicadas, minha mãe desempregada e falando do quanto está preocupada com as contas pra pagar. Meu ultimo namoro foi um completo desastre que trouxe mais encomodação a ela do que a mim. Vejo a cara que ela faz quando percebe que eu não estou querendo mais ir pra trabalhar e como isso a decepciona.
Estou sozinha de novo, sem tempo pra voltar a estudar, com planos que eu sei, que do jeito que as coisas estão caminhando nunca passarão de sonhos. Recebi uma super proposta de ir pra Noruega... mas como? Tanta coisa que eu precisava fazer pra isso e nem sei por onde começar. É aí que eu me refugio na net, em milhares de recursos, msn, twitter, formspring, orkut, rpg... Qualquer coisa onde eu conheça pessoas que não vão me cobrar e só me farão me sentir alguém melhor. Mas eu acabo magoando essas pessoas também.
Ontem me fiz uma pergunta simples, ua pergunta que eu respondo em cada nova rede social que eu entro: "Quem sou eu?" E eu já não sei mais se as minhas respostas são verdadeiras, não sei se as coisas que eu faço, eu faço por ser assim ou se faço por que eu gostaria que fosse assim, ou alguém gostaria.
A música que sempre foi meu remédio, ou mesmo os velhos cortes perderam o sentido e eu não consigo nem memso extravasar tudo isso que tô sentindo. Tô perdida, confusa, decepcionada comigo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Sometimes...

As vezes as coisas podem parecer mais dificeis do que realmente são. O que era pra ser um longo e extressante dia de trabalho, passou até rápido, mesmo que me deixasse definitivamente cansada. No entanto, a  cada dia tudo retorna, a vontade de ficar em casa, de dormir, de escrever, de engravidar, de ter câncer, de morrer.
As vezes eu sinto coisas que jamais poderia explicar... Sinto falta de pessoas que eu sei que nunca existiram, sinto repulsa por pessoas que só fizeram gostar de mim mais do que eu mesma, sinto um enorme carinho por pessoas que nunca fizeram por merecer (exceto quando lhes interessavam).
As vezes meu passado é mais presente do que eu gostaria, as vezes meus planos pro futuro parecem já fazer parte do passado. Sou alguém tão inconstante e imprevisível que nem eu mesma seria capaz de definir...
Queria aprender a valorizar mais meu presente, gostar do meu passado, aprender a admirar as coisas que realmente importa... queria gostar de viver, as vezes. Só as vezes.

domingo, 16 de maio de 2010

Trying to back...

Então é isso... depois de indas e vindas, milhares de reviravoltas em minha vida, aos poucos estou tentando voltar.
Hoje tive certeza de que preciso fazer isso rápido, enquanto ainda posso, mas não, não é uma promessa, sou inconstante e acho que serei assim eternamente. Acho que estou ficando com LER e se isso for verdade, logo não poderei mais escrever, chorei ao perceber isso, mas não posso desistir.
Há muito tempo que descobri o lugar mais confortável e confiável em toda a minha vida bagunçada: entre as palavras. Sou uma escritora nata, faço isso desde sempre e cada vez me sinto melhor. É uma forma de descontar positivamente toda essa criatividade que borbulha nesta minha mente que nunca se cansa de trabalhar.
Ainda é dificil pra mim tomar qualquer decisão, ainda tenho medo de fracassar e não sou tão autoconfiante como deveria, realmente preciso de pessoas que confiem em mim pra que eu possa fazer o mesmo.
Mas pensar que eu posso nunca mais conseguir escrever, que talvez ninguém jamais saiba o que se passa na minha cabeça tão embaralhada me fez ver o quanto ainda tenho essa necessidade de atenção. O quanto me moldo pra ser o que os outros gostariam, mesmo que essa não seja eu.
Desisto sempre, por não estar fazendo por mim, mas com a escrita era prta ser diferente, é o único momento em que realmente sou eu, mas eis o que acontece. Quando tento agradar a todos, me falta tempo pra agradar a mim. Talvez eu não seja diferente, eu só queira ser e talvez seja exatamente isso que me faz diferente. Então por que é tão dificil ser eu?
Perco-me em pensamentos e me sinto influenciável, nunca sei exatamente quem sou eu de verdade e quem eu tento ser. E foi assim que formei meu caráter e me transformei no que sou, mesmo que não seja quem eu deveria ser.
E é assim que eu vou tentando, tentando voltar, tentando ser responsável, tentando ser agradável, boa em algo. É essa necessidade de atenção que todos tem e que eu também tenho, esse medo de ficar sozinha que me faz ser a pessoa mais solitária em meio a tantas gentes, afinal, na maioria das vezes, meus sentimentos não são reais, nem quando eu acredito neles.
De quem eu gosto na verdade? Por que eu converso com certas pessoas? Quem eu considero meu amigo? No que eu acredito? Eu tenho zilhões de perguntas sem respostas ou talvez eu tenha as respostas e apenas não estou sabendo interpretar as perguntas. Nada do que vem de mim é real, talvez nem esse post.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sério.. vou voltar.

A tentativa de criar um site não deu muito certo. Sou blogueira apaixonada e não vou largar esse mundo...

Aguardem novidades!